Quando eu o vi pela primeira vez

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Os clichês sobre a maternidade vão se tornando reais a cada dia para as mães de primeira viagem. Posso dizer que eu os confirmo a cada minuto.
Até meu filho nascer, o momento mais feliz da minha vida tinha sido quando tirei carteira de motorista, quando passei no vestibular, quando fiz uma viagem internacional, quando casei.
Todos esses momentos traduzem as alegrias que tive durante a vida, mas nenhum se compara a olhar no olho do filho depois que ele sai da sua barriga. Nenhum.
Não que eu desconsidere esses momentos dos quais me lembrei agora. Afinal, todos dizem sobre mim. Mas o momento do nascimento do meu filho foi algo mágico, transcendental. E poucas coisas são transcendentais na vida.
De fato, esse foi o momento mais feliz da minha vida. Não sei se virá outro igual. Talvez quando tenha o meu segundo filho. Mas mesmo assim. Já vou ter passado por isso uma vez. E talvez essa seja a magia.




Flávia Gobbi
Colunista convidada

Pra lembrar...

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Love
Lu Moraes.

Requeijão Cremoso

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INGREDIENTES
1 litro de leite
3 colheres (sopa) de vinagre branco
2 colheres (sopa) de creme de leite de caixinha
1 colher (sopa) de margarina
Sal a gosto
Opcional: 100g de muçarela ralada, ou queijo minas, ou queijo processado

MODO DE PREPARO
Em uma panela, aqueça 1 litro de leite em fogo médio até ferver. Quando ferver, apague o fogo, retire 1 xícara (chá) deste leite fervido e reserve. No restante do leite acrescente 3 colheres (sopa) de vinagre e mexa um pouco para talhar (5 minutos).
Coe a mistura em uma peneira, transfira para um pano e esprema bem. Reserve.
O que sobrar no pano é a ricota caseira!
Em um liquidificador, coloque 2 colheres (sopa) de creme de leite de caixinha, 1 colher (sopa) de margarina, sal a gosto, a ricota (que ficou no pano) e, aos poucos, junte 1 xícara (chá) de leite fervido (reservado acima). Bata bem até obter um creme liso.
Transfira este creme para um copo e leve à geladeira para firmar. Retire da geladeira e sirva em seguida com torrada ou em alguma preparação que leve requeijão.




Flávia Gobbi
Colunista convidada


Regras para viver?

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Acho que nenhum relacionamento tem regras. A medida que a vida acontece aparecem os obstáculos, as brigas, as diferenças. Isso não é ruim, acho que serve de experiência. Mas na hora da raiva ahhh, não da pra pensar em experiência, tempo ou reflexões.
No casamento não é diferente, você convive com alguém que é um completo estranho. São duas pessoas que foram criadas de formas diferentes, tiveram um contexto de vida, um cotidiano e uma família diferentes. Como não se estranhar?!
Queria eu vir aqui no blog todos os dias e falar apenas de experiências lindas, de amor e compreensão. Tenho muitas eu sei, mas a vida real exige mais. Somos humanos e nos desentendemos sim. Não concordamos em muita coisa, somos bicudos e diz um ditado que “dois bicudos não se bicam”. No nosso caso bicamos, casamos e vivemos bem, Graças a Deus. 
Regras? Não sei se existem, o que já fiz, foi ouvir muitos conselhos da minha mãe sobre a velha e boa paciência. Não é fácil confesso, mas acho que nada nessa vida é fácil, tudo que é melhor, leva tempo a ser conquistado, precisa de dedicação e esforço. Até porque o que é fácil demais, muitas vezes entra tão rápido em nossas vidas que não valorizamos o suficiente.
Minha opinião é a seguinte, para relacionamentos darem certo é preciso tolerância. Palavra simples que parece ter um peso enorme, não sei porque me lembra tonelada. Mas se casei, é para construir uma vida e construção, precisa de muita tolerância.
Imagina a construção de uma casa, querer fazer as janelas sem esquadro, subir paredes sem tijolos?! Temos que erguer pedra sobre pedra para depois ver o resultado.
O segredo é respirar fundo nas horas difíceis e responder 10min depois, sei que funciona, mas muitas vezes é dificil conseguir essa atitude.
Erramos, somos falhos, falamos sem pensar. O que acredito é que depois de hoje, terei o amanhã, que permite se desculpar, que permite fazer diferente, que permite.
(Lu Moraes)



Ps.: Prefiro acreditar nisso do que...










Filho sempre tem pai!

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Meu filho nasceu na véspera do dia dos pais. Imaginem o presente que o meu marido amado ganhou?!?!
Foi uma alegria vê-lo pegar o neném no colo, emocionar-se.
Isso também faz parte da maternidade: ver como o pai do seu filho lida com o fato de ser responsável por um serzinho tão indefeso.
Tenho a dizer que Deus é perfeito nas suas criações. Fez a família de forma divina: pai, mãe e filhos. E assim deve ser.
Não julgo situações de separação, de maternidade independente e outras. Inclusive meus pais são separados e, apesar disso, sou muito amada. O que quero dizer é que é MUITO melhor criar um filho tendo um companheiro do lado, dividindo os momentos alegres e apreensivos da criação de um ser humano para a vida.
É muito bom ter o pai por perto. O marido. O homem. E, sem dúvida, Deus nos fez para sermos assim: uma só carne.




Flávia Gobbi
Colunista Convidada

De♥coração!

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Pesando em itens de decoração, imagina se ao invés de decorar, pudéssemos GANHAR uma cozinha inteira nova?! Amei a idéia, quem gostou, vem comigo:

Tirinha vista e retirada daqui .

O post é diferente e rapidinho, mas não se preocupe mais tarde tem mais.
Love
Lu Moraes.

Fragmentos...

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Trim trim, toca o telefone:
- Oi, amor! (Atende a esposa)
-Oi mô, você não sabe da maior?! (Responde o marido)
- O que houve ?! (Esposa já aflita)
- Não sou mais operário do meu setor... (O marido faz tom de suspense)
- Uai?! Como assim meu bem?! (Já tentando se acalmar )
- Simples, não sou mais operário, sou o mais novo gerente do meu setor! (Sorri o marido com a felicidade que se ouve além do telefone)

Casamento é se sentir feliz com a conquista do outro, é incentivar os novos projetos, é manter viva a união acima das dificuldades, pois a Fé e a paciência conquistam tudo!

Love
Lu Moraess

Pra lembrar...

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Love.
Lu Moraes

Receita prática e saudável!

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Bolo Natural

5 bananas nanicas grandes.
2 laranjas.
3 ovos.
1/2 copo de óleo.
1 1/2 xicara de aveia.
1 xicara de passas.
1/2 xicara de fibra de trigo.
1 xicara de trigo.
1 colher de pó royal.

Bater no liquidificador as bananas, o óleo, os ovos, 1 laranja com casca sem caroço e bem madura.
Jogar as passas e não bater muito.
Depois numa vasilha , misturar a aveia, o trigo, a fibra, o po royal.
Depois de assado, furar e jogar o caldo da outra laranja , por cima.


 


Flávia Gobbi
Colunista convidada



Planejado x Desejado

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Meu filho não foi planejado, mas foi o mais desejado entre todos.
Digo isso porque todo mundo pergunta: você planejou? E eu respondo: não, mas DESEJEI. E muito.
Fazendo uma retrospectiva detalhada, sei exatamente o momento em que ele foi concebido. Acredito que todas as mulheres sabem. Ah, sabem!!!
É claro que tudo que é planejado é melhor. A gente se prepara mais. Aproveita mais cada momento milimetricamente pensado e organizado. Gasta melhor o tempo e o dinheiro disponíveis para realizar o passo a passo da nova fase.
Maaaas, a surpresa também tem seus encantos. O inesperado faz o coração bater mais forte e a adrenalina pulsar. E posso dizer que assim foi desde que descobri estar esperando meu primeiro filho. Pura magia.
Tenho 33 anos e sei que foi na hora certa, com a pessoa certa, do jeito (não planejado) certo. Às vezes, me achava velha para ter o primeiro filho, mas hoje sei que não.
Acredito que o que tem que acontecer, acontece! E assim foi. Aconteceu.
Hoje estamos aqui. Os dois. Eu escrevendo e ele?!? Pra sempre me fazendo companhia.
(A amiga que vive escrevendo no facebook o que é ser mãe sou eu). 


Sou Flávia, tenho 33 anos. 
Casada com o Juan e mãe do Heitor, de 2 meses e muito feliz.
Adoro escrever e descobrir mais e mais o universo das mães.
Escrevo, diariamente, no Facebook, um "Ser mãe é"...




Ps.: A Flávia é a amiga que citei aqui, e a partir de hoje será nossa colunista, compartilhando conosco a delícia de ser mãe e trazendo dicas práticas para o nosso dia a dia. Bem vinda! 
Love. 
Lu Moraes 

De♥coração!

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Quando escolhemos nossa casa, a primeira coisa a pensar foi o espaço. Não queríamos nada grande, até porque só para dois não precisa de uma casa enooorme. Sendo assim escolhemos nosso cantinho e aos poucos estamos colocando a casa com a nossa cara. digo estamos porque esse negócio de decoração nunca vai acabar.
Eu gosto de móveis que podem ser trocados de lugar sempre, porque geminiana da boa que sou, quero sempre mudar e reinventar as coisas. 
No meio disso tudo a preocupação era, como iriam ficar as roupas e acessórios? Não optamos por comprar armários porque sabemos que não vamos morar muito tempo nesta casa, a opção super barata e prática foi a aquisição de araras.
É um ótima opção também para quem mora sozinho ou para quem não quer gastar muito com móveis. Fica super moderno e você pode reservar um local para criar seu closet, de forma personalizada e prática.


Buscando imagens na net, encontrei um blog super interessante falando sobre este assunto, de um Publicitário que conta como é a vida de um homem solteiro e muito criativo que mora sozinho. Já fiquei fã do blog e sei que vocês vão gostar também vale a pena a visita  Homens da Casa . Da uma olhada em como ficou o closet dele com as araras:




Além disso meu lado Personal Stylist   a dica boa disso tudo é que, as araras facilitam na hora de criar produções, pois fica tudo mais a mostra e fácil de organizar do que em um armário convencional. Vale lembrar que é bom também para se retirar o excesso e as roupas que não são utilizadas com frequência. 



Para facilitar essa montagem, existe um site super interessante : Aramado que vende módulos e kits para montagem, de acordo com o tamanho do espaço da um olhadinha no site para vocês verem como é interessante.

Ps.: Vou fazer um UPdate deste post com fotos do nosso closet em breve.

Love.
Lu Moraes 



Filhos

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Quando eu era mais nova, meu medo mor, era engravidar. Juro! Só pensava que seria um desgosto para meus pais, se eu fosse uma mãe solteira na adolescência. Mas anos depois o medo foi se transformando, e eu já não pensava na minha mãe ou no meu pai, pensava em ter condições financeiras para criar um filhote, dar casa, comida e educação, como os meus pais fizeram (e muito bem).
Acho que aos poucos o nosso amadurecimento permite que todos os nossos “medos” se transformem, e um dia se nós permitimos, eles desaparecem. Assim tem sido comigo, a minha volta hoje, todo mundo é mãe e eu (por enquanto) sou apenas madrinha, de um afilhado lindo e muito querido!
Os 30 chegaram, e com eles vários medos se foram, aliás, o que não me falta hoje é coragem! Pensando nessa coragem e vendo minha cunhada com sua filha linda, Giovana de apenas 03 meses no colo pergunto:

- katy, sei que deve ser maravilhoso ser mãe, mas qual é a parte mais difícil de tudo? 
Ela super tranqüila como sempre responde:
- O MARIDO!!! kkkkkkkk

Lembrei de uma amiga que vive escrevendo no facebook o que é ser mãe (acho que ela vai dar uma boa opnião sobre isso), mas ai já é história pra outro post...

Todos nós no dia do batizado da Giogio:


E o meu afilhado querido no dia do seu batizado:


Love.
Lu Moraes 

O começo de tudo...

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Parei pra pensar em como descrever minha história com o marido.Engraçado, já contei isso pra tanta gente, mas cada vez que repito, lembro todas as emoções de novo.
Nos conhecemos há 10 anos atrás, é... 10 anos! Mas na época não tivemos nada além de alguns encontrinhos. Na época éramos jovens demais e quando se é jovem, não imaginamos o que o destino nos reserva.
Passado esse tempo através de amigos em comum, fui convidada a passar o reveillon de 2010/2011 no sítio da família dele, mas me garantiram que ele não iria. Até então o que sabia, é que ele era noivo e não iria passar o fim de semana por la.
Como o destino vive me pregando peças, ele foi! E pouco antes da meia noite nos vimos.
Meu coração estranhamente bateu descompassado. Vida doida essa nossa, porque na ocasião eu estava acompanhada. Detalhes a parte, ele (o marido) também sentiu algo e foi um fim de semana de muito bate papo e troca de olhares difíceis de controlar rsrs. Em meio a essas conversas soube que ele havia terminado o noivado e estava solteiro. Mas agüentei firme e forte! rsrs.
O fim de semana passou e fomos embora, não nos vimos durante algum tempo nem nos falamos.
Terminei com essa outra pessoa que estava me relacionando. Mas em meus pensamentos não parava de pensar nas batidas do meu coração daquele reveillon. E Mais uma vez a vida se encarregou de criar um encontro nosso, quase que sem querer.
Em um barzinho com uma amiga, um dos nossos amigos em comuns, que hoje é meu cunhado, me ligou e passou o telefone para ele, quase escutei as batidas do meu coração nesta hora, rsrs. 
Do outro lado da linha ele dizia: Quero te ver! Não te esqueci!
Como em minha vida, nada é raso, meu mergulho é sempre fundo. De repente parar de nos encontrar ou nos falar várias vezes ao dia era inevitável! Estávamos apaixonados...





Love.
Lu Moraes






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